O plano prevê
a construção de 2.500 imóveis para a classe média-baixa
no bairro. Segundo a prefeitura, existem terrenos disponíveis da
Rede Ferroviária Federal (RFFSA), que se interessa em vendê-los
à iniciativa privada, que construiria os imóveis. O negócio
só ainda não foi concretizado devido a existência
de um decreto da prefeitura, que declara a área de interesse público
para desapropriação. O decreto será revogado. Em
contrapartida, o município garantirá uma boa infra-estrutura
urbana, com a construção de áreas de lazer.
Criação
de ciclovia ligando o museu de Arte Moderna à rodoviária:
A Ciclovia Mané Garrincha, que liga Botafogo ao Centro, será
prolongada até a Praça Mauá. Ao circular pela área,
o ciclista poderá observar prédios de interesse histórico,
como o restaurante Albamar, o Mosteiro de São Bento e a Escola
Naval, além da Ilha das Cobras. Para a ciclovia ser construída,
porém, ainda precisa de autorização prévia
do Ministério da Marinha, por atravessar áreas consideradas
de segurança pelos militares.
Estímulo
à instalação de atividades comerciais e educativas.
Criação
de um passeio ao longo do cais.
Restauração
para uso comercial e cultural dos seis primeiros armazéns.
- O muro entre os Armazéns 1 e 6 será demolido e o espaço
cercado por grades para tornar o ambiente mais agradável. O espaço
até o armazém 4 será ocupado por bares e restaurantes
e o Museu Guggenheim. O trecho dos armazéns 5 e 6 será
destinado a uma nova estação de passageiros dos cruzeiros
internacionais que chegam ao Rio. Alguns armazéns serão
doados às escolas de samba.
Construção
de um novo píer para passeios turísticos.